O que Sobrado compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Sobrado compraram US$ 82,3 mil de outros países.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 44 cidades de Paraíba que importaram, Sobrado ficou em 26º lugar. No Brasil, em 1.876º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (3)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Máquinas de lavar louça; máquinas e aparelhos para limpar ou secar…5,9 toneladasUS$ 43,3 mil53%
- 2Máquinas e aparelhos, para trabalhar borracha ou plástico ou para…6,9 toneladasUS$ 38,4 mil47%
- 3Refrigeradores, congeladores e outro material…0,1 toneladasUS$ 5610,7%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1ChinaUS$ 82,3 mil100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Sobrado
Quanto Sobrado importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Sobrado (PB) compraram US$ 82,3 mil de outros países: 3 produtos, de 1 país.
O que Sobrado mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Máquinas de lavar louça; máquinas e aparelhos para limpar ou secar… (53%), Máquinas e aparelhos, para trabalhar borracha ou plástico ou para… (47%), Refrigeradores, congeladores e outro material… (0,7%).
De quais países Sobrado mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram China (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.